Eu quero fugir daquelas mentiras. Daquelas memórias. Quero livrar-me de todas as coisas que me fazem lembrar de ti. De todos os textos, de todos os cheiros, de todas as palavras. Quero esquecer-me da tua voz, da tua cara. Quero não pensar em ti todos os minutos da minha vida. Quero não ter saudades tuas. De nós. E, depois de tudo o que fizeste, contÃnuo a ter saudades. Não tuas, mas das memórias. Memórias essas que magoam. É injusto pois estão gravadas em mim e talvez em ti. A tua voz faz eco na minha cabeça. Está muito distante, quase que nem me lembro dela. É irónico o quanto eu te adoro. É irónico o quanto eu penso em ti. Em nós. É irónico quantas saudades eu tenho de te ter aqui. E, acima de tudo, é irónico ter saudades de ser quem eu era quando estavas por perto.
Dou comigo a pensar em ti. Outra vez. Estou a andar à s voltas. Já não vejo a tua cara nem ouço a tua voz há dois anos. Deixa-me triste pensar que me abandonaste. Deixaste-me para trás. A mim e a todos aqueles que adoraram. Sim, eles talvez te adoraram, mas eu adoro-te. Acho que nunca vou conseguir parar de o fazer. Apesar de tudo o que fizeste e o quanto me prejudicaste, eu continuo a adorar-te. A tua voz está quase esquecida. Tento lembrar-me dela todos os dias para não a esquecer. Mas dói. Magoa. As memórias que passámos juntos estão agora guardadas, e agora eu apercebo-me que nunca se vão tornar realidade outra vez. Quero ver-te. Quero abraçar-te. Quero ouvir a tua voz. Outra vez e outra vez. Será que sentes a minha falta? Ou será que já me esqueces-te? Quem me dera voltar atrás no tempo e dizer tudo o que não te disse. Quem me dera que viesses até mim e que me abraçasses. Ficarás sempre na minha memória, e isso magoa. Lembrar-me de ti magoa-me. Quem me dera que voltasses. Quem me dera que ainda gostasses de mim, e que te preocupasses comigo. Porque se o fizesses, estarias aqui. Perto de mim. Perto das pessoas que abandonaste. Tenho saudades de como eu era contigo. Tenho a certeza que se te visse daqui a uns dez anos, o meu batimento cardÃaco iria aumentar exactamente da mesma maneira que batia há uns anos atrás. A despedida que nunca aconteceu é umas das piores partes, senão a pior. Nem pensaste em mim o suficiente para te despedires. Ficou tanta coisa por dizer. Mas fica aqui. Eu amo-te. Porque nada nem ninguém me deixa mais feliz e nada me deixa mais triste que tu. Serás sempre o meu preferido "E se?".
Voltarás? Voltarás para mim? Voltarás para nós? Por favor, volta. Por favor, volta para mim. Por favor, volta para nós. Nem imaginas a quantidade de pessoas que desiludiste. Nem eu acredito. A despedida inexistente é um dos piores sentimentos que me atravessa a mente, senão o pior. Sinto um grande vazio na alma, que se nota na minha cara. Talvez não gostes de despedidas, mas ninguém gosta. Pessoalmente, odeio-as. Já lá vai um ano sem ver a tua cara. Mas ainda me lembro da tua voz. Do teu sorriso. E tu, no entanto, nem te deves lembrar da minha voz. Do meu sorriso. Gostava que voltasses. Mas depois, acho que não iria conseguir estar na mesma sala que tu. Respirar o mesmo ar que tu. Custa-me saber que arranjaste outras pessoas passado pouco tempo. Rápido, demasiado rápido. Voltarei a ver-te? Voltarei a ser inteira outra vez? Um dia... Talvez um dia. Porque nada me deixa mais feliz e nada me deixa mais triste que tu.
Hoje acordei a pensar em ti. Dormi mal. Talvez tenha sido uma simples coincidência. Talvez não. Algum dia vais voltar? Há séculos que faço essa pergunta a mim mesma, mas não consigo arranjar resposta para ela. O meu coração tem saudades tuas, mas a minha mente nunca mais te quer voltar a ver. E eu não sei qual deles tem razão. Talvez seja possÃvel dividir os dois elementos em metade. Talvez eu te queria ver. Uma parte de mim anseia para que esse dia chegue. Se alguma vez chegar. Mas, depois, há uma pequena parte de mim, a realista, que me diz que eu nunca mais te vou voltar a ver. Uma pequena percentagem de mim, um pequenÃssimo elemento, não deixa a esperança morrer. Mas a pergunta sem resposta consome-me. Consome-me viva. Como era bom que ela tivesse resposta. E se tiver, porque é que eu não a encontro? Talvez esteja cega demais, talvez me tenha enganado a mim própria, levando-me a acreditar em coisas inválidas, que nunca irão acontecer. Talvez esteja a viver numa grande ilusão, que já se encontra num labirinto, e eu não consigo encontrar a saÃda. A saÃda pode estar mesmo à vista, mas a ilusão não me deixa encontrá-la. Mesmo que ela esteja à frente dos meus olhos. Talvez. Só sei que vou acordar todos os dias a pensar se é hoje que eu te vou ver. Só sei que vou esperar, pensando para mim própria, "alguma vez me virei livre deste labirinto? Alguma vez me virei livre desta ilusão?"
Ao som da música, sento-me e escrevo. E agora o pensamento "porque é que escrevo aqui?" ocorre-me na cabeça. Ao principio, a pergunta não me parece ter resposta. Mas depois de pensar um pouco mais "fundo", cheguei a uma conclusão. Acho que todos nós, ou pelo menos uma grande parte, apesar de não o querer admitir, colocamos os nossos textos aqui porque não existe ninguém que nos ouve. Será? Parece-me ser a resposta mais "óbvia", e a que faz mais sentido. E depois deparo-me com outra coisa. A razão ou as razões pelo facto de não existir alguém com qual podemos desabafar é por termos falta de capacidade de confiar. Será? Eu admito que já estive muito perto de perder a sensibilidade total de conseguir confiar em alguém por diversas razões. A maioria foi porque essas pessoas já se foram embora, e eu tenho medo de voltar a acontecer. Quer dizer, é o mais provável. Mas são coisas que nós, como seres humanos, não podemos evitar. Não temos lá ninguém que nos avisa que essa pessoa nos vai magoar. As expectativas são muito altas. Talvez demasiado altas. E quando essas pessoas se vão embora, sentimos-nos a sufocar. E coisas do género "será que isto vai acontecer outra vez comigo?", "será que outra pessoa é capaz de me magoar assim outra vez?", "vou conseguir voltar a confiar outra vez?". Bem.. talvez não. Pelo menos, não tão facilmente. E depois deparo-me com uma outra conclusão. Por experiências de vida, descobri que a capacidade de confiar em alguém, especialmente quando é com alguém novo, torna-se cada vez mais difÃcil. E um último pensamento fica feito prisioneiro na minha mente "será que vou chegar a um determinado ponto da minha vida em que a confiança é limitada?". Não sei a resposta, mas acho que também não quero descobrir.
Hoje, nesta solitária segunda-feira sinto um vazio. Um enorme vazio. É um sentimento que nem eu própria o consigo descrever, por isso nem sequer espero que o entendam. Escrevo isto porque o que está dentro de mim, tem de sair. Sinto-me fraca, envergonhada. Não me sinto suficiente. E tu provaste isso, deixando-me sozinha no escuro. Parte-me por dentro saber que já arranjaste outra pessoa, sabendo que eu ainda estou a tentar esquecer-te. Ver-te corta-me como uma faca. Sempre que posso, evito o teu nome. Esforço-me para não te ver, pois cada vez que te vejo, estás feliz e sorridente; enquanto que eu... nem por isso. Muito pelo contrário. Pronto... o que é que posso dizer? Como é que é possÃvel esquecer alguém que foi tão importante para nós? Que esteve sempre lá para nós? Que nos ajudou a superar os maiores obstáculos? Sinto-me que vou morrer quando penso que nunca mais vais cá estar. Custa-me saber a realidade: o que se passou entre nós, nunca mais vai voltar. Nunca. Custa-me não ouvir a tua voz, sentir-te, cheirar-te, abraçar-te. Custa-me mesmo muito. Eu sei que não posso simplesmente andar por aà a chorar pelos cantos, mas também não vou começar a abraçar e agarrar rapazes porque eles só me iam lembrar de ti. Custa saber que isto foi tudo um jogo para ti. E mata-me saber que tu realmente nunca quiseste saber de mim ou de nada. Custa.
Meu Deus! O meu último post data muito tempo: Agosto! Está tudo tão diferente, mas, ao mesmo tempo, tudo tão familiar. Primeiro, depois de me acalmar, quero pedir imensas desculpas por não ter aproveitado a confiança que todos vocês depositaram em mim, por não escrevendo. Sinto-me bastante mal quanto a isso. Segundo, a minha vida está um caos. Um enorme caos. Nada de preocupante, mas continua a ser um... caos. Bom, estava a ponderar a hipótese de "voltar" para o meu blog, para o sitio onde, muito sinceramente, acho que pertenço. É a minha segunda casa, e não, nunca me esqueci dela, quanto mais de vocês. Foi muito bom ver que alguns de vocês continuam por aqui, mas é com muita pena minha, e muito sinceramente, fico bastante triste por saber que muitos se foram "embora". Espero que se apercebam do "erro" que cometeram, tal como eu. Felizmente reparei que estava incompleta, e resolvi passar por aqui e tive logo vontade de escrever. Uma vontade um pouco... estranha. Mas pronto, avançando, espero que os que foram, voltem; e o que ainda estão por aqui, não vão a lado nenhum. Por favor, fiquem, porque este é o vosso lar. O nosso lar. É bom estar de volta.
Nem acredito que já é época de Natal, as árvores da avenidas sem folhas, luzes festivas. Wow, este ano passou a correr, mas nos meio de tantos teste e tantos treinos e provas que nem dei pelo tempo passar. E devia estar a estudar agora porque amanhã tenho teste de matemática e tenho treino daqui a uma hora, mas mesmo assim resolvi escrever um pouco para vocês. Então, voltando ao Natal, uma época que pessoalmente, adoro. Estou desejosa para se juntar a famÃlia toda, o que já não fazemos há algum tempo. Bom, só para finalizar Bom Natal a todos e desculpem lá este post não ser nada de jeito.
Porquê? A vida ás vezes é tão complicada, e para quê? Sim, eu sei, a vida não é nada demais, nasce-se, vive-se e morre-se. Mas ás vezes penso que devÃamos ser imortais. Ficar aqui a vaguear na rua para todo o sempre. Mas tu não, tu foste-te embora. Porquê, pergunto eu. Porquê? Não compreendo as tuas razões para fazeres tal coisa, se bem que tu nunca as deste. Espero que voltes. Bem, talvez um dia... E agora, queria deixar-vos com um pensamento: "E se fossemos imortais, como seria tal coisa?"
A vida são estradas sem fim, com obstáculos. Já imaginaram a vida sem obstáculos? Era tudo bastante mais fácil e não haveria problemas. Bom, mas não teria graça. Enfrentar problemas é uma missão pessoal para nós lutarmos, não para facilitar. É bom que a vida seja difÃcil, pois se assim não fosse, que graça teria? Eu cá gosto de pensar que tudo tem obstáculos e temos de lutar e enfrentá-los para obter o que queremos, e não de "mão beijada". Lutar por um sonho é sempre bom. Um grande e bom ponto de vista.
Um sorriso preenche-me agora a cara. Tu voltaste e não de mãos vazias, mas sim com um coração para mim. Sinto-me a voar para longe, para a lua talvez. Não sei bem o que dizer, mas estou feliz. Acabei por te perdoar e ainda não sei bem porque o fiz, talvez foi pelo teu irresistÃvel charme misturado pelo teu perfume elegante. A verdade é que eu te perdoei, e é bom que não faças asneiras. Gosto muito de ti. Por favor, nunca me deixes ir e mais importante ainda: nunca desistas de mim!
Meu querido estúpido,
"Este dia marcou-me. Sim, pela primeira vez em muitos anos um dia finalmente foi marcado. Tu não tinhas o direito de me dizer as coisas que me disseste. Devias ter refletido primeiro no que ias dizer antes de falares. Custou-me imenso, especialmente quando, no final do discurso, acabaste comigo. Não é que eu não estivesse à espera, mas custou-me na mesma. É que passámos muito tempo juntos e agora parece que foi tudo por água abaixo. Bom, o meu coração está partido em dois. Espero que ganhes juÃzo e que encontres alguém especial, tão especial como tu és. Lamento que não tenha resultado para nós, mas a verdade é que eu não sou egoÃsta, por isso espero que encontres alguém. Só uma coisa: não lhe partas o coração como me partiste a mim."
Abri o meu baú de fotografias e recordações. E agora vejo, vejo realmente que o tempo voa e as pessoas - como eu - nem dão pelo tempo passar. É triste, mas verdade. Ou melhor, a realidade. Vejo as fotos tão antigas como eu. Vejo que passou uma eternidade desde que eu era normal. Acho que essa grande mudança teve grande parte a ver com a morte do meu pai. Sim, ele morreu quando eu tinha seis anos, a minha irmã tinha quatro. Vejo fotografias dele e ainda choro, choro até à madrugada do dia seguinte. O meu pai era a minha vida, a minha razão de felicidade, e ainda é, tal como a minha mãe. Nem imagino o que ela passou. Ainda tenho o cd que lhe pertencia dos evanescence, tenho-o agora na mão. Uma imagem que nunca me saiu da cabeça foi eu estar ao cólo da minha madrinha a chorar tanto naquele dia horrÃvel. Ainda me lembro das cores das cadeiras onde todos nós estávamos sentados. É que, sabem, o meu pai era um anjo de pessoa, tinha uma personalidade muito boa, ajudava toda a gente, tinha um coração de ouro, maior que todos os universos, fazia-nos felizes. Mas isso acabou e eu ainda sinto que é uma injustiça ele ter ido embora. Quer dizer, eu não desejo a morte a ninguém, mas há muitas pessoas más no mundo inteiro que secalhar mereciam, mas o pai não. Ele era um anjo, que ainda olha por mim, para as minhas decisões, para o meu coração e ajuda-me. Todos os dias falo com ele. Ainda o amo, e nunca vou deixar de o fazer. Amo-te pai e sei que estás a olhar por mim aà em cima. Continuas a ser a minha figura paterna que eu tanto preciso. Fica bem. Eu daria tudo, até a minha vida para ele viver outra vez. E agora vou limpar as lágrimas que me caiem pelos olhos para o papel da secretária. Amo-te muito, papá.
Era domingo á tarde. Estava a chover e estava a fazer muito vento. Sabem esses dias? Mesmo daqueles dias que, quando se olha para o céu, nota-se um cinzento triste e pesado. Aqueles dias que não nos apetece fazer nada de nada e estamos a lixar-nos para tudo e todos. É daqueles dias que me fazem lembrar de ti, sabes? Nos tempos felizes que passávamos. Mas isso acabou, aparentemente. Já não me telefonas e ignoras-me quando passas por mim. Sinto o teu cheiro mas tu nem o meu sentes. Sim, tenho muita pena. Eu gostava mesmo muito de ti. E graças a ti, perdi a confiança que tinha, a única que restava. Era muito pouca e tu conseguiste acabar com ela. Parabéns, de certeza que estás muito mais feliz agora. Bom, ninguém disse que era fácil. Odeio-te por tudo e gostava de te ver miserável como tudo. Mnão, não vou descer ao teu nÃvel. Bom, VEmo-nos noutra vida. Até lá, trata de ti. Bem precisas. Ah, e boa sorte para o futuro. Eu vou tentar seguir em frente, talvez devesses pensar em fazer o mesmo para o teu próprio bem.
O tempo passou e as árvores
que antes tinham folhas verdes – verdes como se estivessem vivas – agora
estavam nuas, Só os ramos compridos sobraram ao frio gelado desse inverno. A
paz dominou o mundo e as guerras acabaram. Mas a minha guerra continuou e foi a
única guerra de pé. Fiquei de coração partido quando te foste embora. E nenhuma
cola nem uma agulha com uma linha o pode unir outra vez agora. Só o tempo pode.
E muito tempo vai ser preciso. Já sei que tenho de acabar com a minha guerra,
Mas é tão difÃcil. Quem me dera que o tempo das folhas verdes vivas nas árvores
voltasse outra vez. Só mais uma vez, por favor. E esta sou eu, apesar de não o
mostrar por fora, cheia de pedaços do meu coração agora partido pelo meu peito,
a espetarem-me como se fossem agulhas afiadas. E quem me pode tirar estas
dores? Quem, pergunto eu. Tu, meu amor, tu. Quando voltares, espero.
Adorava ficar contigo para sempre. Mesmo para sempre. Seria bastante mais feliz, mais segura. Seria uma vida perfeita. Mas foste-te embora, não foi? Podias ter ficado comigo aqui, no meu coração. Marcado no meu coração com uma marca tão forte que se visse a milhas de distância. Ainda penso em ti durante a noite, sonho contigo. Sonhos que eu desejava que se tornassem realidade. Era um mar que nunca mais acabava, era uma perfeição de vida. Era como viver numa ilha paradisÃaca. Mas foste-te embora e pelos vistos não voltas tão cedo. Eu amo-te e ponto final. Nunca te esquecerei. Ficarás no meu coração bem escondido, bem apertado, bem tratado... Ficarás sempre aqui, no meu coração. Amo-te para sempre.
Todos nós temos problemas. Todos temos
sonhos. Todos nós bem lá fundo temos o coração partido. É claro que sorrir é
importante, Mas há lágrimas lá bem dentro que nunca saÃram, E que precisam de
sair. Senão essas memórias ficarão para sempre marcadas com mais força. Nunca
desistas, todos nós temos de alcançar o impossÃvel. Temos de aceitar os
desafios que nos dão. Temos de superar-nos a nós próprios. O truque está em ser
feliz. Não te deixes sentir triste por alguém te tratar mal. Podes não ser a
mais popular, a mais inteligente, a mais bonita, mas há alguém que acha que tu
és isso tudo e mais. Nunca deixes que te rebaixem. Acredita. basta acreditar.
Ah, e não te esqueças: sorri. Sorri muito. porque no final, o importante é sorrir.
Eu sei que muito tempo se passou desde a
minha última carta. Deves ter ficado surpreso por encontrar este papel lotado
de palavras num envelope assinado por mim. Devo confessar que também fiquei
surpresa quando encontrei a saudade de ti a rondar-me mais uma vez. Não podes
abandonar-me assim. Não podes comercializar o nosso amor. Não é justo. Olhar
para aquele lugar só nosso fazia-me ter fé de que um dia, voltarias. Não estou
indignada por te desfazeres das nossas lembranças como estou por arrancares de
mim o pouco de esperança que tinha em ver-te e tocar-te novamente. não roubes a
pouca alegria que há em mim, por favor. Por favor não te desfaças de mim. Não me deixes. Por
favor. Sinto muito a tua falta. Por favor, não vás. Não me abandones outra vez.




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